Descobri recentemente um tipo de música, do qual assumo um certo preconceito, não pelo ritmo ou pelos cantores deste ritmo chamado Reggae, mais por toda a filosofia de vida que a envolve. A ideia de que para escutar essas músicas deve-se está fumando um baseado, ou cheirando um pó, ou ter aqueles cabelos longos entrelaçados não me deixava ver a música em seu plano de fundo único, o de entrerter e fazer o corpo se movimentar. E isso o reggae faz perfeitamente, principalmente na voz praeira do cantor Armandinho, 42 anos.
Com cinco albúns lançados, sendo um deles Ao Vivo, reunindo seus melhores singles. Como "Semente", "Desenho de Deus" e "Ursinho de Dormir". No Geral, suas músicas são de composições frias à serem escutadas em um luau, ou no mp3 do carro, quando você está em meio a um grande congestionamento. A Calma passada pelo sotaque surfista do cantor é admirável, quando atencioso podemos perceber o que cada música representa pra ele que canta e o que poderá representar para nós que a escutamos.
E em um tempo, onde se falta letras as músicas, se falta ritmo aos sonhos, se falta cantores que realmente façam a música por amor, e não pelo marketing ou pelo sucesso no carnaval; Armandinho se torna uma ótima solução.
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