2018 é um ano bem diferente. Eu estou fazendo-o ser diferente!
Primeiro pedi demissão.
Isso mesmo!
No final do ano passado, uma quinta-feira, depois de passar a noite entre a falta de sono e a infelicidade de não me sentir completo com algo, decidi que precisava mudar rapidamente. 30 anos chegando e o desespero de não ter feito muitas coisas, estava me assustando de forma grandiosa.
Quando cheguei no trabalho, marquei uma hora com a responsável pelo recursos humanos.
Decidido. Resolvido. Realizado.
Todos assustados, porém, não faltaram elogios a decisão. "Muito corajoso da sua parte!"
Mas como se toma uma decisão destas? Afinal, são 10 anos de casa.
Na verdade é meu primeiro emprego em regime CLT, ou seja, carteira de trabalho assinada. Uma década! E é exatamente a agilidade do passar do tempo que me pegou de surpresa. Um terço da minha vida dedicado a corredores e pessoas que passavam mais o dia comigo do que a minha própria família. Eles tornaram-se minha família!
A decisão não foi tomada naquela dita e fadiga noite, foi pelo conjunto de noites e pensamentos que rondam meu passos desde o inicio de 2017. E pra ser bem sincero desde o final de 2015, quando pisei pela primeira vez em São Paulo, aonde decidi que queria morar ali. Desde então, a vontade de ir para a quinta maior cidade do mundo aumentou cada vez mais. E este ano irei de mala, coragem e (muita) ousadia pra lá. Deus me ajude!
Porém, um conjunto de fatores e inspirações, tornaram mais forte a tomada desta tal decisão.
#Número01 - Geração de Valor
Eu não sou fã de livros de auto-ajuda, evito-os até, mas o Flávio Augusto conseguiu desenvolver um lindo trabalho com o seu primeiro Geração de Valor, livro que lançou em 2014. Não lembro ao certo como e o por que de eu ter comprado este livro, mas lembro que o li em dois dias. Fiquei fascinado! O autor parece invadir a sua vida, como um ladrão de banco e com uma arma em punho, apontá-la para a sua cabeça e questionar de forma bem agressiva: E aí mané, tu vai ou não vai mudar tua vida?
Com uma leitura dinâmica e lúdica, Flávio faz questões e frases de efeitos que te fazem cair na real. E para levantar, tem que tá no chão mesmo.
#Número02 - São Paulo
A Primeira vez que visitei São Paulo foi dia 16 de Dezembro de 2015. Um viagem planejada com menos de um mês que me custou o décimo terceiro e as férias, uma viagem que marcou pra sempre minha vida. Foi amor a primeira vista, o movimento avassalador, as pessoas apressadas, a opulência dos edifícios, o cheiro da neblina e o calor abafado. Um mix sensorial que somente um ariano consegue sentir como se a cidade gritasse: Seja Bem-vindo! Desde o dia que eu tirei esta foto abaixo, a primeira de todas que tirei e tirarei na vida, eu desejei somente uma coisa: Quero morar aqui!
#Número03 - Day1 - Paola Carosella
A Fofíssima e linda da Chef Paola Carosella participou de uma das edições do Day1, uma espécie de TED da Endeavor, aonde em trinta minutos contou toda a sua trajetória desde o Day One, data expressiva em que fez uma grande mudança na sua vida e em quatro anos realizou e prosperou absurdamente. A performance de Paola no palco me emocionou por diversos momentos e este vídeo foi pra mim, aquele video que a gente quer compartilhar com todo mundo e sai mandando pro povo pelo WhatsApp e deixando o link por todas as redes sociais. Se eu mandei pra você e, infelizmente, você não viu, uma pena amigo. Mas não deixe de ver agora:
#Número04 - Amor por contar histórias
Sonho ser roterista. Eu não quero ser diretor de cinema, não quero trabalhar com fotografia, não quero ser o novo guru do marketing. Eu quero contar histórias. E quero muito! Eu preciso atender o que a criança Rafael sonhava tanto quando tinha nove, dez anos de idade. Quando eu comprava cadernos brochuras e escrevia histórias intermináveis, desenhava as capas e entendia que ali, era meu livro. O Rafael que desde a lia os livros de Jorge Amado, Monteiro Lobato e Victor Hugo, invejando o dom deles de criar histórias fantásticas. Mas como realizar este sonho? Bem, no livro do Flávio, eu aprendi que se eu não tomar decisões e sair da inércia, ninguém vai fazer isso por mim. Descobri que lá em São Paulo eu vou ter cursos, espaços e cultura pra entender como fazer este sonho acontecer. E já a Paola, ela só me disse uma coisa:
Eu tenho certeza que eu consigo traçar o destino da minha vida, e eu tenho uma riqueza gigante que não vem do dinheiro, uma riqueza que vem de olhar pra trás e saber que eu sonhei alguma coisa e de olhar pra frente e saber que estes sonhos que eu tenho, NÃO TEM LIMITES.



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