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Viva ao Cinema Nacional!

04 novembro 2012 Nenhum comentário
O Cinema nacional, ressurgido da admiração de nossos diretores com o neorealismo italiano, com Rio 40° Graus, Barravento e outros, qualificado pelos grandes estúdios paulistas, desmoralizados e subitamente esquecidos pelas pobres produções da boca do lixo durante a pronochachada que ergueram o nosso cinema pelas costas e com o crecimento do público e avaliação de crítica desde o Quatrilho e Central do Brasil.

Um cinema que por vezes precisa estampar o inúmeras logomarcas de empresas que patrocinam a produção durante seus minutos iniciais de exibição, um cinema que tiros e palavrões representam uma populaão discriminada em Cidade de Deus, mais que faz bonito em mostrar que o Brasil é assim, mistificado e negro. Um cinema que vangloria piadas, que excede no humor, que rir de si mesmo, que faz o que sabemos fazer de melhor, dar gargalhadas.

Um Cinema que tem crescido em qualidade, como Gonzaga De PAI para FILHO em cartaz, vide crítica: http://www.gleoz.com/2012/11/gonzaga-de-pai-para-filho.html, que demosntra uma luz no final do túnel. Parabéns.

Registro essa foto, que tive o prazer de está ao lado de Claúdio Jaborandir, que interpreta o pai de Luiz Gonzaga no filme de Breno Silveira. Na ocasião, o ator foi homeageado na noite de encerramento do 2° Festcine de Maracanaú.



 
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